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Vitor Moreno: um dos principais nomes da TV Vitória concede entrevista exclusiva

Vitor Moreno (Capa)
Imagem: Redes Sociais/Reprodução
Vitor Moreno (Capa)

Imagem: Redes Sociais/Reprodução

Fazer jornalismo no Brasil nunca foi tão desafiador, como tivemos a oportunidade de descobrir com o jornalista Vinícius Rangel. Seja no interior ou nas grandes capitais, a necessidade de levar informação bem apurada e de qualidade para a população nunca foi tão necessária.

Sabendo disso, entrei em contato com um profissional do sudoeste que sempre admirei, Vitor Moreno (@vitormorenom), repórter da TV Vitória, afiliada da RecordTV no Espírito Santo. Ele tem uma energia incrível, esteja ele trabalhando numa externa ou apresentando alguns dos telejornais da casa, é impossível você não prestar atenção no que ele está falando.

Vitor Moreno

Imagem: Redes Sociais/Reprodução

Além de jornalista e mestre de cerimônia, Vitor é formado em educação física, razão pela qual esbanja um corpo invejável nas redes sociais. Para saber um pouco mais dessa escolha inusitada de ofícios, assim como os desafios de trabalhar em meio à pandemia, conversamos com ele numa entrevista exclusiva.

1º. – Você é personal trainer e jornalista. Como e quando percebeu que tinha vocação para as duas áreas? 

Desde adolescente eu sempre fui muito apaixonado por televisão. Sempre gostei de assistir todos os canais e sabia todos os programas que passavam na tv. Quando tinha matéria mostrando os bastidores, ficava ainda mais encantado. Tanto é que com 14/15 anos eu brincava de apresentar programa no meu quarto. Sendo assim. Vitor Moreno.

Separava música, fazia ficha, preparava cenário. Mas em contrapartida eu sempre gostei de dançar e frequentar academia. Quando fui fazer vestibular, estava muito na dúvida se escolhia Educação Física ou Jornalismo. Conversando com minha mãe, acabei fazendo Educação Física. Fiz os 4 anos, me formei e trabalhei durante quase 10 anos na área. Porém minha paixão pela televisão nunca acabou. Assim. Vitor Moreno.

Eu precisava fazer jornalismo pra saber se era realmente isso que eu queria seguir. Larguei a educação Física, entrei na faculdade de Jornalismo e fiquei mais apaixonado ainda. Foi lá que percebi que realmente queria seguir essa profissão. Por isso. Vitor Moreno.

Vitor Moreno

Imagem: Redes Sociais/Reprodução

2º. – Qual a melhor e a pior parte de ser jornalista no Espírito Santo? Há algo único em der jornalista no estado?

Como em qualquer outra profissão tem coisas boas e coisas ruim. Uma coisa boa na minha opinião, e que eu sendo repórter tenho a possibilidade de conhecer pessoas e contar histórias. Com as reportagens a gente consegue dar voz ao povo e até mesmo ajudar uma comunidade que precisa e que está desassistida pelo poder público. Mudar a realidade das pessoas é sensacional. A parte ruim, e que nem sempre a gente faz só matérias boas. Quando precisamos cobrir crimes, homicídios nem sempre é tão legal. Muitas vezes a gente vê e ouve coisas que não são tão agradáveis.

3º. – Liberdade de imprensa está em constante ameaça no Brasil, seja em governo de esquerda ou de direita. Já sentiu alguma dificuldade em trabalhar por esses discursos demagógicos vindos de Brasília? 

Como jornalista, eu sempre trabalhei na Tv Vitória. O jornalista não deve ter partido, deve ser imparcial. Precisamos mostrar sempre os dois lados da moeda. Isso é exatamente o que preza a empresa que trabalho. Não devemos emitir opinião nas repostagens, mas sim, fazer com que o telespectador reflita e escolha o melhor caminho.

4º. – Qual relação entre os veículos de imprensa locais com o governador Casagrande? 

O atual governador do estado Renato Casagrande sempre manteve uma relação bem amistosa com os veículos de imprensa. Nunca tive problema em entrevistar, ou até mesmo conseguir informações do governo. É claro que estamos sempre olhando, dialogando e cobrando medidas quando necessário.

5º. – Você é um dos jornalistas mais dinâmicos que eu conheço. Sempre foi um cara comunicativo e espontâneo? 

Eu nunca gostei de fazer uma coisa só. Na Tv Vitória eu já tive várias experiências. Comecei como estagiário, e agora tenho oportunidade de apresentar programas. Não tenho limitações. O que precisar fazer eu faço, tanto na reportagem, na edição, na apresentação, na pauta, nas matérias de polícia, cidade, comportamento, entretenimento. Acho que jornalista que só faz uma coisa, está defasado. Desde que entrei na tv sempre me interessei em aprender e fazer várias coisas. Amo esse dinamismo.

Imagem: Redes Sociais/Reprodução

6º. – Acredito que é um grande adicional para todo profissional de imprensa ter uma segunda especialização, impede que certas besteiras sejam ditas em reportagens, não concorda?

Não necessariamente. A gente aprende lendo, pesquisando, conhecendo, se informando. É claro que com uma segunda especialização você pode falar com mais propriedade sobre um determinado assunto, mas o jornalista tem que estar sempre atento a tudo e a todos.

7º. – Como que a pandemia do novo Coronavírus está impactando seu trabalho e de outros profissionais da imprensa aí no Espírito Santo? 

A pandemia veio realmente pra dá uma balançada em todo mundo. O maior impacto é o uso de mascaras, álcool e todos os equipamentos de segurança. Muitas pessoas tiveram que trabalhar em Home Office, isso diminuiu o número de pessoas nas redações e aumentou o trabalho de quem está na linha de frente. Como em toda crise, colegas tiveram que ser desligados e perderam seus empregos. Sendo assim. Por isso

8º. – Conta pra gente um pouco da cobertura que mais te marcou e porque. 

Nossa, são quase 10 anos de jornalismo. Já fiz e vi de um tudo. Mas uma matéria que me marcou foi uma senhora que teve a casa completamente queimada em Cariacica. De um curto circuito e ela perdeu tudo, só ficou com a roupa do corpo. Eu fui lá e fiz essa matéria. Isso me comoveu. Só que várias pessoas abraçaram a causa, conseguimos diversos parceiros e conseguimos reconstruir a casa dela. Foi lindo demais ver a felicidade e o sorriso de volta no rosto dela. Por isso. Sendo assim.

Imagem: Redes Sociais/Reprodução

9º. – Como se vê daqui a dez anos? 

Me vejo nas ruas fazendo matéria, contando histórias, apresentando programas e fazendo aquilo que eu mais amo que é estar na televisão. Sendo assim. Por isso. 

10º. – Se tivesse que dar um conselho para um jovem jornalista ou alguém que acaba de sair da faculdade de educação física, o que diria? 

Se você tem um sonho, e gosta do que faz, não desista. O caminho é longo, vai encontrar diversas barreiras pelo caminho, porém quando você se dedica e é bom no que faz sempre terá espaço pra você no mercado de trabalho. Por isso. Sendo assim.

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