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‘Sou médico, não sou juiz’, diz Drauzio Varella sobre reportagem com mulher trans no ‘Fantástico’

Momento da reportagem em que Drauzio Varella abraça a detenta. (Foto: Reprodução)

Na última semana “Fantástico” exibiu uma reportagem do doutor Drauzio Varella sobre a vida de mulheres trans nos presídios masculinos.

 
Um dos relatos que comoveu os telespectadores foi o da detenta Susy de Oliveira. A presa revelou não receber visitas na cadeia há cerca de sete ou oito anos. O caso ganhou relevância e repercussão nas redes sociais. No último domingo(08), o crime cometido por Susy veio à tona e mudou a opinião do público. Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, nome de batismo de Susy, foi preso por estuprar e estrangular o menino Fábio dos Santos Lemos, de 9 anos, em maio de 2010. De acordo com uma tia de Susy, ela também tentou estuprar uma criança de 3 anos e o próprio sobrinho, de 5.

Uma onda de revolta tomou conta das redes sociais. Drauzio Varella emitiu a seguinte nota, lida pelos apresentadores do Fantástico. “Há mais de 30 anos visito presídios onde cuido da saúde de detentos e detentas. Em todos os lugares em que pratico a Medicina, seja no meu consultório ou nas penitenciárias, não pergunto sobre o que meus pacientes possam ter feito de errado. Sigo essa conduta para que meu julgamento pessoal não me impeça de cumprir o juramento que fiz ao me tornar médico. No meu trabalho na televisão, sigo os mesmos princípios. No caso da reportagem veiculada pelo Fantástico na semana passada, não perguntei nada a respeito dos delitos cometidos pelas entrevistadas. Sou médico, não juiz”, afirmou.


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