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Mulheres poderosas da música mundial

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Na próxima segunda-feira(08), comemoramos o Dia Internacional da Mulher. A data merece ser celebrada diariamente, é verdade, principalmente no que se refere as mulheres terem seus devidos reconhecimentos, assim como direitos igualitários e respeito.

No mundo dos famosos várias delas se destacam por seus talentos, principalmente na música. Por isso, nossa lista em comemoração ao dia e ao mês da mulher, mostrará algumas tão poderosas que entraram para a história por uma série de razões.

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Confira as mulheres poderosas:

20) Jennifer Hudson

Jennifer Hudson foi revelada ao participar da terceira temporada do reality showAmerican Idol. Apesar de não ter vencido o programa, a cantora se destacou por sua voz poderosa. A fama veio mesmo após a artista ter feito parte do filme Dreamgirls – Em Busca de um Sonho, ao lado de Beyoncé Eddie Murphy.

Por seu trabalho no longa, JHud levou os principais prêmios daquela temporada, incluindo um Oscar. Apesar de todo esse sucesso, a artista também passou por poucas e boas na vida. Jennifer sofreu uma tragédia na família, primeiramente na adolescência, ao perder o pai. Em 2008 ela perdeu a mãe, o irmão, assim como o sobrinho, que foi assassinado a tiros pelo ex-cunhado. Mesmo com tudo isso ela deu a volta por cima, e é uma das maiores cantoras da atualidade.

 

19) Daniela Mercury

A cantora baiana estourou na cena musical em 1991 ao lançar seu primeiro álbum. Não demorou muito para que Daniela se consolidar no axé, fazendo sucesso até os dias de hoje. Com quase trinta anos de carreira, ela coleciona vários hits, e sempre com destaque estrondoso principalmente no carnaval. Muitas de suas músicas possuem abordagens sociais, e isso acabou se consolidando mais ainda após ela assumir seu relacionamento com a jornalista Malu Verçosa. Hoje, Daniela Mercury é uma das maiores defensoras da causa LGBTQ, além de outros movimentos sociais, como o combate à fome.

 

18) Céline Dion 

Com quase 40 anos de carreira, Céline Dion é hoje uma das maiores divas da história da música. A canadense possui uma discografia de sucesso, com lançamentos em francês e inglês. Sua notoriedade mundial veio à tona nos anos 90, após o lançamento da canção “Beauty And The Beast”, trilha sonora da animação A Bela e a Fera. A partir disso, vários outros hits foram emplacados, mas o auge veio em 1997, com “My Heart Will Go On”.

O tema de Titanic foi um verdadeiro fenômeno, rendendo a Céline um Oscar. Céline deu uma pausa na carreira em 1999, após seu marido ser diagnosticado com câncer e ter engravidado do primeiro filho deles nesse tempo. A cantora retomou a carreira em 2002, continuando a colher bons frutos. Em 2003 ela iniciou sua primeira residência em Las Vegas, um verdadeiro sucesso por anos.

Em 2014 a artista cancelou novamente seus shows, após a volta do câncer do marido. Dois anos depois Céline veio a perdeu o marido, e dois dias depois o irmão.

17) Clara Nunes

Considerada uma das maiores cantoras do Brasil, Clara Nunes ficou conhecida nos anos 60, após participar de um programa de talentos. Com o sucesso cada vez mais ascendente, a artista precisou largar o emprego de tecelã. Consolidada como um dos maiores nomes do samba, a cantora chegou a representar o país em um festival musical em Canes.

Na vida pessoal, Clara enfrentou problemas para engravidar, chegando a sofrer três abortos espontâneos. Depois de um tempo, a artista chegou a doar todas suas bonecas que colecionou durante a vida para um orfanato. A dor lhe fez gravar canções impressionantes, de intensa carga emocional. Clara Nunes veio a falecer em 1983, após complicações de uma cirurgia.

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16) Rita Lee

Rainha do rock brasileiro, Rita Lee já vendeu mais de 55 milhões de álbuns em 56 anos de carreira. Em 1963 ela foi integrante do grupo Teenage Singers, ao lado de outras duas garotas. O trio acabou se juntado com outros três rapazes, nascendo então O’Seis.

Com a saída de metade dos integrantes, sobraram Rita, Arnaldo Baptista Sérgio Dias, surgindo então Os Mutantes. Nos anos 70 ela conseguiu a consagração nacional, com sua carreira solo, mais precisamente em 1975, com o hit “Agora Só Falta Você”. 

Rita foi alvo da ditadura militar, sendo preso enquanto estava grávida de seu primeiro filho, por posse de maconha. Nos anos 80 ela formou uma dupla junto com o marido, Roberto de Carvalho, retomando a carreira solo na década seguinte. Com uma carreira histórica, Rita Lee anunciou a aposentadoria dos palcos em 2012.

 

15) Tina Turner

Tendo começado a carreira em 1950, Tina Turner consagrou-se como um dos maiores nomes do R&B. Com uma carreira consolidada, a cantora passou por maus bocados em sua vida pessoal. A artista teve um relacionamento abusivo com seu ex-marido, Ike Turner, com quem sofreu traições, abusos sexuais e casos de agressão.

Por conta disso, Tina tentou suicídio em 1968, ao ingerir veneno de rato. Com 61 anos de carreira, ela já vendeu mais de 200 milhões de álbuns em todo o mundo, além de ter quebrado vários recordes. Em 1988, Tina entrou no Guiness Book, como a cantora com maior público em um show, cujo mesmo foi realizado no estádio do Maracanã naquele ano, para 184 mil pessoas.

Com 12 prêmios Grammy, ela também foi considerada pela revista Rolling Stone, uma das dez maiores artistas de todos os tempos. Em 2000 a cantora anunciou sua aposentadoria dos palcos, retornando em 2008 para um show de despedida, comemorando seus 50 anos de carreira. Vivendo na Suíça desde 1995, ela se naturalizou no país em 2013. Em 2013 veio a sofrer um AVC, e três anos depois foi diagnosticada com câncer no intestino.

 

14) Etta James

A cantora também é considerada um dos grandes nomes do R&B, inspirando outras cantoras que vieram após ela. Etta conseguiu consagração mundial em 1960, com o álbum At Last e com a faixa título, que ganhou várias regravações desde então. Apesar de toda essa consagração, a artista passou por poucas e boas, tendo se afundado em drogas, e tendo chegado a pesar 200 kgs.

Em 2003 ela chegou a fazer uma cirurgia, a qual perdeu mais de 100 kgs. No mesmo ano ela ganhou uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood, além de ter saído em turnê com seus dois filhos. Considerada a 22ª maior cantora de todos os tempos pela Rolling Stone, Etta veio a falecer em 2012, em decorrência de uma leucemia diagnosticada um ano antes.

 

13) Carmen Miranda

A cantora e atriz luso-brasileira foi grande percussora do tropicalismo, com um grande sucesso também no exterior. Carmen foi considerada uma das maiores artistas de todos os tempos, se consagrando também no cinema. Ela também tornou-se a primeira artista latina a ganhar uma estrela na Calçada da Fama, em 1960, cinco anos após sua morte.

Com seu jeito exuberante, ela criou tendência no exterior por conta de seu visual. Pouco antes de falecer, em 1955, ela chegou a ganhar um programa no canal americano CBS, mas que infelizmente nunca saiu do papel. Carmen acabou entrando em depressão, e sua morte foi em decorrência de remédios.

 

12) Nina Simone

Um dos maiores nomes do jazz, Nina Simone construiu um legado indiscutível. A artista trabalhou também com outros estilos musicais, além de ter sido defensora e ativista pelos direitos civis dos negros norte-americanos. Por conta de sua luta contra o racismo, Nina foi chamada para cantar no sepultamento de Martin Luther King, em 1960.

Durante toda a carreira ela lutou a favor dos negros, tornado-se essa sua marca registrada. Um dos maiores hits de sua carreira foi, com certeza, a canção “Feeling Good”. Nina Simone faleceu em 2003 enquanto dormia, após uma longa luta contra um câncer de mama.

 

11) Christina Aguilera

Estourando na cena musical em 1999 com seu primeiro álbum, Christina Aguilera construiu um grande legado em vinte anos de carreira. De descendência latina, a cantora é filha de um militar, e presenciou quando pequena várias vezes situações de violência doméstica e um relacionamento extremamente abusivo de seu pai com sua mãe.

Vencedora de cinco Grammys, e com mais de 40 milhões de álbuns vendidos, Christina viu sua carreira atingir outro patamar após o lançamento de Stripped, em 2002. Uma das faixas, “Beautiful”, tornou-se um dos maiores hits de sua carreira, falando sobre a aceitação das pessoas como elas realmente são. A faixa virou referência principalmente às lutas em prol das causas LGBT.

No mesmo álbum também foi lançada a maravilhoso “Can’t Hold Us Down”, considerada um verdadeiro hino feminista. Embaixadora do combate a fome na África, defensora do movimento feminista e LGBT, Christina é referência de pessoa para muita gente, inspirando a muitos.

 

10) Cássia Eller

Tendo iniciado sua carreira nos anos 80, Cássia Eller consolidou-se como um dos maiores nomes do rock brasileiro. A cantora ganhou notoriedade em 1989, após com a ajuda de um tio gravou uma demo da faixa “Por Enquanto”, de Renato Russo. A fita foi enviada por esse tio à gravadora PolyGram, que logo na sequência a contratou. Cássia sempre teve uma presença de palco incrível, sendo bastante intensa em suas performances.

Homossexual assumida, ela teve um filho, Francisco (conhecido como Chicão), de um relacionamento casual com um amigo, que veio a falecer uma semana antes do nascimento da criança. O auge da carreira de Cássia aconteceu em 2001, mesmo ano de sua morte. Na época ela fez um show histórico no Rock In Rio, além de ter gravado o DVD Acústico MTV. Por conta do material, Cássia saiu em turnê devido ao grande sucesso, fazendo 95 shows somente aquele ano.

Ela veio a falecer no dia 29 de dezembro, em decorrência de um infarto devido a grande carga horária de sua agenda. Na época chegou a ser cogitada como causa de sua morte a overdose, já que Cássia usava cocaína desde a adolescência. Entretanto, após autópsia, foi constata que essa não foi a causa.

 

9) Amy Winehouse

Dona de uma voz única, Amy Winehouse fez sua estreia em 2003, com o lançamento do álbum Frankie. O material, entretanto, só teve visibilidade no Reino Unido a princípio, apesar de ter sido aclamado pela crítica especializada. Com isso, Amy trabalhou com o renomado Mark Ronson para o desenvolvimento de seu segundo álbum, Back To Black. Durante a gravação do disco, a cantora sofreu bloqueio criativo, não conseguindo então compor as novas canções. Ela começou a frequentar pubs, e em um deles acabou conhecendo Blake Fielder-Civil.

Os dois começaram a se relacionar, porém o rapaz era comprometido e preferiu sua então namorada a Amy. Para piorar, na mesma época, ela veio a perder sua avó, com quem era muito apegada. Com isso, ela entregou-se ao vício do álcool e drogas, chegando a recusar de ir para reabilitação. Apesar da fase sombria, foi nesse momento que ela achou inspiração para gravar o álbum mais consagrado de sua carreira.

Back To Black foi responsável pela visibilidade mundial de Amy, rendendo-lhe cinco Grammys em 2008. Lançado em 2006, o álbum foi o mais vendido mundialmente em 2007, tendo 6 milhões de cópias comercializadas. No mesmo ano ela reatou o relacionamento com Blake, e os dois se casaram, mas o vício da cantora foi apenas piorando nesse tempo. Com um terceiro álbum previsto para 2008, o material foi adiado diversas vezes, por conta dos problemas de Amy. Depois de um certo tempo, a cantora tentou reconstruir sua vida, afastando-se gradativamente dos vícios.

Em 2011 ela chegou a gravar um dueto com Tony Bennett, mostrando-se saudável na época. Em julho do mesmo ano, entretanto, ela foi encontrada morta em sua casa. A causa de sua morte foi devido ao consumo excessivo de álcool, após uma grave crise de abstinência.

 

8) Mariah Carey

Com quase trinta anos de carreira, Mariah Carey tem um histórico invejável. Seu álbum de estreia, Mariah Carey, foi multiplatinado, além de ter emplacado quatro singles de grande sucesso. Só que as coisas não pararam por aí, e ela foi quebrando recorde atrás de recorde. Em 1995, o single “One Sweet Day” atingiu o topo da Billboard, ficando na colocação por dezesseis semanas consecutivas. Por conta disso, a faixa durante vinte dois anos se tornou a única a conseguir tal marca, dividindo o recorde desde 2017 com “Despacito”, de Luis Fonsi.

Na época Mariah foi “salva” por Taylor Swift, que tirou a liderança do cantor latino. Outro recorde na principal parada de singles do mundo é pelo fato da cantora colecionar um total de 18 faixas em primeiro lugar. Até o momento nenhum artista conseguiu tal marca, sendo Rihanna a que chegou mais perto, com 14 músicas. Em 1994 Mariah fez um sucesso estrondoso com o lançamento de um álbum natalino, o qual tinha a canção “All I Want For Christmas Is You”, que vem quebrando recordes desde 2010.

No último Natal, por exemplo, a faixa conseguiu atingiu o pico de terceiro lugar no Hot 100, algo que mal conseguiu na época de seu lançamento. Com isso, é esperado que a faixa chegue ao topo no final desse ano. Filha de mãe branca com pai negro, Mariah sofreu muito preconceito racial quando criança, e ela usou isso para escrever faixas sobre amor. Após ter sentido o amargo gosto do fracasso durante quase cinco anos, a cantora teve um retorno triunfante com o aclamado Emmancipation Of Mimi, em 2005.

 

7) Elza Soares

Uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos, Elza Soares também construiu um legado histórico. Vinda de família humilde no Rio de Janeiro, a artista ficou conhecida em 1953, após ter participado do programa de Ary Barroso na Rádio Tupi.

Na época, Elza passava dificuldades, e precisava comprar remédios ao filho recém nascido, e tinha como sonho ser cantora. Com o dinheiro que ganhou no programa, ela conseguiu comprar os remédios, mas a criança veio a falecer. Tendo um relacionamento abusivo, por conta de um casamento arranjado, Elza foi trabalhar de empacotadora numa fábrica de sabão, quando o marido sofreu de tuberculose.

Após sua recuperação, ele a proibiu de trabalhar fora, e artista então voltou a ser dona de casa. Com a morte do rapaz, ela então então participou de um concurso de música nos anos 60, tornando-se vencedora. Com músicas abordando feminismo e racismo, Elza Soares começou a ganhar notoriedade. Em 1962 ela começou a namorar o jogador Garrincha, que na época era casado.

Elza deu um ultimato, mandando ele escolher uma das duas, o que acarretou no término provisório do relacionamento. Com isso foi gravada a faixa “Eu Sou A Outra”, e logo depois os dois assumiram o namoro, e anos depois vieram a se casar. Com uma história de vida sofrida, Elza Soares teve oito filhos de seus dois casamentos, mas perdeu quatro deles.

Até hoje ela fala que essas perdas são os únicos sofrimentos do passado que ela não consegue esquecer. Com uma carreira musical marcante, a cantora já se apresentou por diversos países, e foi premiada em 1999 pela BBC como a “Melhor Cantora do Milênio”.

 

6) Lady Gaga

A cantora ganhou notoriedade em 2008, com a canção “Just Dance”. A faixa foi o primeiro single de seu álbum de estreia, The Fame, e depois disso Gaga não parou mais. Emplacando inúmeros hits, a cantora ficou marcada por seu estilo único e bem extravagante.

Durante onze anos de carreira, ela polemizou e chocou a todos com seus visuais pra lá de excêntricos. Apesar disso, ela sempre se destacou por sua voz única, uma presença de palco invejável, e seu talento para diversos instrumentos musicais. Com o passar dos anos, Gaga foi ganhando mais prestígio. Tendo sido rejeitada e demitida de sua primeira gravadora, por não atender os padrões que eles procuravam na época, isso não a intimidou, e ela então provou que era sim capaz de ir muito mais além, e foi.

Gaga passou por poucas e boas até chegar ao estrelato, tendo sofrido bastante bullying no colégio, sido vítima de abuso sexual, além de ser portadora de lúpus. Mesmo com tais adversidades, ela cresceu e foi construindo seu legado. Em 2018 ela fez sua estreia no cinema, apesar de já ter atuado antes na TV, com o filme Nasce Uma Estrela, protagonizando ao lado de Bradley Cooper.

O longa foi aclamado pela crítica, além de ter sido um fenômeno de bilheteria. A cantora emplacou a faixa “Shallow”, que recentemente chegou ao topo da Billboard. Como fruto do seu trabalho no filme, ela ganhou só nesse começo de 2019 os prêmios Globo de Ouro, Critics Choice Awards, Grammy, BAFTAOscar. Além disso tudo, Gaga é uma defensora nata da causa LGBT, entre outros.

 

5) Beyoncé

Beyoncé ficou conhecida em 1997, através do grupo Destiny’s Child, e a partir disso sua vida nunca mais foi a mesma. A girlband se tornou uma das mais bem sucedidas nos Estados Unidos, emplacando inúmeros hits. Por conta disso, Beyoncé decidiu dar uma pausa no grupo em 2002, decidida a investir em sua carreira solo. No ano seguinte ela lançou o mega hit “Crazy In Love”, em parceria com Jay-Z, consolidando-se então fora do grupo.

Com uma carreira cada vez mais em ascensão, o auge da mesma foi em 2008, com o lançamento do álbum duplo I Am… Sasha Fierce, que tinha em seu repertório o hino “Single Ladies”. No mesmo ano, Beyoncé também se consolidou no cinema, com o filme Dreamgirls, que nele surgiu outro mega hit, “Listen”. Atualmente a artista possui 22 Grammys, tendo vendido mais de 75 milhões de álbuns mundialmente, entre sua carreira solo e o Destiny’s Child.

Casada com Jay-Z desde 2008, os dois construíram um império, e são um dos maiores casais do entretenimento, além de serem pais de três filhos. Beyoncé sempre abordou em suas músicas a representatividade feminina, a importância da mulher na sociedade, sendo vista como uma percursora nata do feminismo.

Em seu último álbum, Lemonade, ela também soube abordar de forma primordial questões sociais e raciais. Desde 2011, ela assumiu o comando da própria carreira, que era então administrada desde o início pelo próprio pai.

 

4) Janis Joplin

Consagrada como a rainha do rock mundial, Janis Joplin teve uma carreira curta, porém memorável. A cantora mistura rock com jazz e soul, se tornando a maior cantora da década de 60. Além da carreira solo, ela também fez parte dos grupos Big Brother and the Holding Company, Kozmic Blues Band e Full Tilt Boogie Band. Tendo apenas quatro álbuns lançados, Janis colecionou vários hits. A cantora veio a falecer em 1970, aos 27 anos, em decorrência de uma overdose pelo vício da heroína.

 

3) Whitney Houston

Dona de uma voz poderosa, Whitney Houston se consagrou na cena musical na década de 80. Dona de uma carreira bem sucedida, a cantora possui mais de 200 milhões de álbuns vendidos, além de 451 prêmios conquistados. A diva quebrou recordes com seus dois primeiros álbuns, Whitney Houston Whiney. O primeiro por conta de ter sido o álbum de estreia de uma artista feminina mais vendido em sua semana de estreia, com mais de 25 milhões de cópias.

Enquanto o segundo, sua marca foi por ela ter sido a primeira cantora a estrear um álbum em primeiro lugar na parada da Billboard. Nos anos 90, Whitney viu sua carreira crescer mais ainda, após ter estrelado o filme O Guarda Costas, lançado em 1992. A cantora emplacou a trilha sonora do longa, que foi um verdadeiro fenômeno, principalmente pela faixa “I Will Always Love You”.

A faixa se tornou o single mais vendido por uma artista feminina, na história da música. Além disso, o álbum entrou para o cinco álbuns mais bem sucedidos da história, ficando em quarto lugar, sendo o único gravado por uma mulher. Apesar de todo o sucesso estrondoso, a vida pessoal de Whitney nunca foi uma das melhores. Sofrendo de depressão desde a adolescência, a cantora foi viciada por anos em álcool e drogas.

Como se não bastasse, foi vítima de um relacionamento abusivo com o ex-marido, Bobby Brown. Após se divorciar do rapaz em 2006, Whitney decidiu recomeçar sua vida, e tentar driblar o vício. Em 2009 ela então lançou o último álbum da carreira, I Look To You, que assim como os demais também fez sucesso.

Depois de um bom tempo longe do vício, Whitney largou a terapia e a igreja evangélica, voltando com sua depressão, principalmente após ter descoberto que a filha também estava envolvida com o vício. Em fevereiro de 2012 ela foi encontrada morta na banheira de um hotel, onde no local haviam vestígios de cocaína.

 

2) Elis Regina

Um dos maiores nomes da música brasileira, Elis Regina construiu um legado que dura até hoje. A cantora cantou vários gêneros musicais em sua carreira, repleta de polêmicas. Tendo iniciado sua carreira nos 60, ela acabou se consolidando mesmo na década seguinte. Elis era contra à ditadura militar, chegando em 1969 a fazer uma entrevista polêmica, afirmando que o país era governado por gorilas.

Ela também gravou na época diversas músicas, como forma de protesto contra o Governo. Por conta de sua popularidade, Elis não chegou a ser torturada ou exilada, como aconteceu com outros artistas contra o movimento, entretanto foi obrigada pelos militares a cantar o hino nacional em um espetáculo. Tal performance causou a ira da esquerda brasileira na época, e ela então ficou mal vista por eles. Sempre engajada politicamente, a cantora participou de movimentos de renovação política e cultural brasileira.

Um dos seus trabalhos de maior sucesso foi o álbum em conjunto com Tom Jobin, lançado em 1974. Elis Regina morreu precocemente aos 36 anos, em 1982, em decorrência de uma overdose de cocaína. A cantora deixou três filhos, que seguiram carreira na musical. Maria Rita e Pedro Camargo Mariano são cantores, assim como a mãe, enquanto o mais velho, João Marcelo Bôscoli tornou-se produtor musical.

 

1) Madonna

Madonna está sempre se reinventando, e não é à toa que possui o título de Rainha do Pop. A cantora ficou mundialmente conhecida em 1982, após ter assinado contrato com uma gravadora pertencente a Warner.popstar sempre esteve à frente ao seu tempo, com músicas e clipes que davam e ainda dão e muito o que falar.

Empoderada, Madonna sempre soube explorar um lado da mulher que incomodava a muitos homens conservadores. Uma das primeiras provas claras disso foi quando a cantora lançou “Like A Virgin”, que foi vista de forma negativa por tais pessoas. Muitos achavam um absurdo a música incentivar o sexo antes do casamento, e nada contente, a cantora fez uma apresentação histórica e polêmica no VMA 1983, vestida de noiva e cantando em cima de um bolo de casamento.

A faixa, entretanto, foi um verdadeiro fenômeno, enquanto o álbum certificado de diamante. Para chegar aonde chegou, Madonna passou por poucas e boas. A cantora perdeu a mãe ainda criança, por conta de um câncer de mama. Já maior, largou a faculdade e mudou-se para Nova York com pouco dinheiro, onde trabalhou como dançarina e formou uma banda.

No âmbito amoroso ela chegou a ter um casamento problemático com o ator Sean Penn, além de outros que também não deram certo. Madonna tornou-se um ícone feminista, de liberdade de expressão da mulher, inspirando outras cantoras que surgiram após ela até os dias de hoje.

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