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Cinema

Coluna Caio Augusto: Crítica | Feel The Beat

(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

“Feel the Beat” é a história de April Dibrina (Sofia Carson), uma garota de cidade pequena que sonha em ser uma dançarina da Broadway de renome mundial. Ela não é apenas ambiciosa, mas também motivada, trabalhadora e comprometida. No dia de uma grande audição, ela ‘rouba’ um táxi de uma mulher idosa para chegar ao estúdio a tempo. Ela quase chega à rodada final, mas acontece que a velha com quem ela se comportou anteriormente, Ruth Zimmer (Pamela Macdonald), é um dos membros do júri e um dos maiores nomes da Broadway. April tenta convencê-la a dar uma chance, mas inadvertidamente acaba empurrando-a para fora do palco. April fica na lista negra da comunidade de dança de Nova York. Ela será capaz de voltar ou terá que escolher uma carreira alternativa?

Sobreviver em uma cidade grande sem emprego é um desafio, então April faz as malas e vai para sua cidade natal, New Hope (Wisconsin), para ficar com seu pai. Ela é calorosamente recebida por sua primeira professora de dança, Miss Barb (Donna Lynne Champlin), que oferece a ela a chance de treinar um grupo de amadores desajustados para ganhar a ‘Competição de dança e dança’. April inicialmente zomba da oportunidade, mas apenas até que ela descobre que a competição está sendo julgada por Welly Wong (Rex Lee), um poderoso produtor de Nova York.

Mas dançar é uma coisa e ensinar a alguém, especialmente crianças, é outra. Esse trabalho exige que April convoque imensa paciência, o que passa a ser uma qualidade que ela mais não tem. Ela está profundamente comprometida com a dança e espera que as crianças se adaptem a ela. Ela é intransigente em seus modos e exige que seus alunos sigam seus métodos até um T. Será capaz de moldar esses jovens dançarinos com seus modos rígidos?

O filme de Elissa Down (Diretora) é refrescante e invoca uma sensação de esperança, amor e conquista. Não é apenas uma história que se concentra em uma competição de dança; é a jornada de amadurecimento de uma alma jovem ambiciosa, mas imprudente. Duas subparcelas se encaixam perfeitamente no enredo. Uma é a pequena história de amor de April e Nick (Wolfgang Novogratz), com quem ela terminou antes de partir para Nova York. O outro gira em torno da irmã de Nick, Sarah (Eva Hauge), que costumava idolatrar April, mas agora se ressente dela por deixar tudo sem dizer uma palavra.

O roteiro fica por parte de Michael Ambruster e Shwan Ku, o filme não mostra nada que não vimos antes. Demora um pouco para continuar, mas uma vez que isso acontece, esse conto acaba sendo emocional, especialmente com alguns momentos sinceros com as crianças. Até o número de danças energéticas realizadas por eles eleva este filme a outro nível. Apesar de um enredo clichê, este certamente derreterá corações.

Sofia Carson como April se encaixa perfeitamente no personagem de uma garota não tão gentil e egocêntrica que supera qualquer pessoa em um piscar de olhos para se tornar a melhor dançarina. Seu pai, Frank (Enrico Colantoni), desempenha seu papel com delicadeza. Wolfgang Novogratz como Nick é bastante simpático. Por outro lado, exagerando em quase tudo, a personagem de Donna Lynne Champlin como Miss Barb é alta e brega. As meninas mais velhas do grupo de dança, Kari (Lidya Jewett) e Sarah (Eva Hauge), acabam sendo o maior patrimônio. O resto das crianças indisciplinadas do grupo são adoráveis e roubam o show com suas danças e danças. Em suma, é um filme de bem-estar que inspira você a seguir seu coração.

https://www.youtube.com/watch?v=E1L1I_ebdS0

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