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Angélica Ramos, do BBB 15, critica Adrilles após fala controversa: “É realmente de dar nojo”

Adrilles em participação no Jovem Pan Morning Show. (Foto: Reprodução)

Durante o BBB 15, a auxiliar de enfermagem Angélica Ramos não deixava as situações passarem em branco – e fora do confinamento não é diferente. A ex-BBB usou suas redes sociais para comentar uma fala controversa do companheiro de confinamento Adrilles, sobre o racismo no Brasil.

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Me dói muito. É realmente inaceitável uma situação dessa. Ouvir uma pessoa que antes tinha voz para proliferar coisas boas e hoje acaba usando essa voz para falar merda. É realmente de dar nojo uma declaração dessas“, declarou a paulista.

Não sei como nominar o que ele disse. Gosto do Adrilles, a gente antes compartilhava os mesmos valores em relação à aceitação e às escolhas sociais, politicamente falando. Essa declaração dele me deixou sem chão, é inaceitável. Falar que as negras escravas namoravam? Elas foram violentadas, massacradas, muitas foram mortas“, comentou Angélica. “Vivi minha vida inteira no Brasil e sofri racismo diariamente. Hoje, um pouco mais velado, mais disfarçado, mas sempre vivi isso. Tive uma carga muito pesada após o reality por ser negra, aí vi o peso do que é ser uma mulher negra no Brasil“, disse.

Após a repercussão negativa do comentário, feito em um programa matinal de TV, o escritor tentou se defender. “Eu disse na JP que a miscigenação racial HOJE no Brasil não era fruto de estupro, mas de um amor livre entre todas as raças. Daí dizem que eu teria dito que ‘escravas negras nunca foram estupradas’. O vitimismo identitário caluniador não tem etnia. Estupram a verdade sem dó“, escreveu.

Entenda o caso

Adrilles, que já tinha feito outros comentários controversos na internet, participou do “Jovem Pan Morning Show”, e levantou a indignação do público ao comentar que é “difícil ser branco no Brasil”. “As negras não foram estupradas. Elas namoravam com brancos, ou seja, a gente criou uma cultura democrática racial graças ao pouco racismo que a gente tem diante de países como África do Sul e Estados Unidos, em que você vê na pele o racismo. Em que as pessoas são muito brancas ou muito negras. Não é o caso do Brasil. A gente é uma democracia racial, sim, embora exista ainda racismo“, disse.

O escritor se defendeu, dizendo que a fala foi deturpada, e não foi considerada o contexto de sua resposta à jornalista Alexandra Louras, que afirmou que “mulheres eram estupradas na escravidão“.

Respondi basicamente que a miscigenação racial no país não era fruto de estupro, mas de livre escolha afetiva das pessoas após a abolição. E isso implicaria dizer que um país essencialmente miscigenado por livre escolha não poderia ser essencialmente racista“, declarou o ex-BBB.

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